Caixa Forte, Teatro Villaret

Numa das suas visitas a Portimão, que misturam sempre lazer e trabalho, tivemos oportunidade de conversar um pouco com o actor e apresentador que dá vida a Rogério em “Caixa Forte”. Falamos, claro, de Fernando Mendes.

A visita a Portimão já não é novidade para si e a estada no Vau Hotel muito menos. Como se sente este ano de volta à boa gente de Portimão?
Sinto-me em casa. Tenho muitos e bons amigos aqui em Portimão, é uma cidade espectacular e sabe sempre muito bem estar no Algarve. É muito gratificante sentir o carinho das pessoas onde quer que estejamos, e as boas gentes de Portimão não são excepção. E depois há a questão da gastronomia…

Este espectáculo estreou no Teatro Villaret, em Lisboa, e agora está no Teatro Municipal de Portimão. Quais são as principais diferenças que sente em termos de público?
Os públicos não são muito diferentes. Quem vai ver a “Caixa Forte” já sabe que vai para se divertir, e com essa predisposição tudo se torna mais fácil. No TMP tenho encontrado muita gente de Portimão que vem ao teatro, mas também muita gente dos arredores e de outras regiões do país, que se encontram cá de férias. Até tem havido alguns repetentes, o que só me deixa muito satisfeito e orgulhoso.

Até agora, quais foram os melhores momentos para si enquanto protagonista de “Caixa Forte”?
As estreias são sempre muito especiais, pela ansiedade que envolvem. Mas, de resto, tenho tentado desfrutar de cada espectáculo como se fosse o último. Acho que é assim que deve ser. Em palco devemos dar sempre o melhor de nós, suar a camisola, como se costuma dizer.

Com tantas décadas de carreira em várias áreas do espectáculo e das artes, que lugar ocupa Portimão no seu coração?
À semelhança da minha pessoa, o meu coração também é bastante grande. Nele cabe todo o país e algumas partes do mundo, onde quer que haja portugueses que tenham carinho por mim. Portimão é especial pelas amizades que fui cultivando ao longo dos anos. É sempre um prazer cá voltar e reencontrá-los. Estou sempre desejoso de cá voltar, se não for pelos amigos, que seja pela doçaria tradicional e pelas belas das sardinhas! Portimão é mesmo um espectáculo!

Imagem © Joaquim Gromicho