Para quem não dispensa a leitura de um livro mesmo quando viaja, recomendamos os livros de bolso. São mais pequenos do que os outros e muito mais leves, por isso são muito fáceis de transportar. Noutros países como o Reino Unido, a França ou a Alemanha, criou-se o hábito de deitar fora este tipo de livro, pois a qualidade da edição (impressão, papel) é inferior a outro tipo de formato. E, claro, são muito mais baratos. Todavia, a urgência de preservar os recursos naturais e de diminuir desperdícios, bem como a crise económica que o mundo enfrenta, levou à mudança de comportamento. E ainda bem! Entre nós, os livros de bolso foram muito populares há uns tempos atrás. Quem não se recorda dos livros de bolso das Publicações Europa-América ou da colecção ‘Vampiro’ da editora Livros do Brasil? Mas depois caíram em desuso… Felizmente, hoje temos à nossa disposição duas fantásticas chancelas que publicam títulos de grandes autores como Gabriel García Márquez, Lídia Jorge, Pepetela, Ken Follett, Marc Levy, Eça de Queirós e Haruki Murakami, só para mencionar alguns. São elas a Bis, do Grupo LeYa, e a 11×17, da Bertrand Editora.