London Eye

A vista sobre o rio Tamisa

Hyde Park. Se está a pensar ir a Londres de férias e não visitar o Hyde Park, pense duas vezes e deixe-se levar pela dimensão e majestosidade de um dos maiores espaços verdes desta cidade. São 142 hectares de serenidade, pureza e, claro, muitos pontos de interesse que valem a pena espreitar, como espectáculos ao ar livre ou concertos.

Piccadilly Circus. Ao contrário do que se possa pensar, aqui não existe um circo propriamente dito no coração de Londres. Em latim, ‘circus’ significa ‘círculo’, que aqui se apresenta como uma praça no centro de um cruzamento de várias ruas. Ah, as tabuletas iluminadas, os néones de mil cores, os teatros.

Tate Modern. Não é à toa que este é considerado o museu de arte moderna mais visitado em todo o mundo, com cerca de 4.8 milhões de visitantes por ano. Aqui descansam peças de Picasso, Andy Warhol e Matisse, entre muitos outros, o que nos parece a oportunidade perfeita para dar um toque artístico à sua visita.

London Underground. Poderá parecer-lhe informação trivial, mas o metro de Londres é o mais antigo do mundo e o segundo mais extenso, depois do metro de Xangai. Com 270 estações espalhadas por 402 quilómetros, não há melhor solução se pretender conhecer os cantos à casa. No entanto, talvez queira evitar a confusão da estação de Waterloo: estima-se que receba 82 milhões de passageiros todos os anos.

London Eye. Em 1999, ano em que foi edificada, a roda gigante London Eye era a maior do mundo. Contudo, hoje em dia contenta-se em ser a maior da Europa com 135 metros de altura e uma roda com 120 metros de diâmetro. Este é, sem dúvida, um dos símbolos de Londres, uma desculpa bem usada para vislumbrar a belíssima vista sobre a cidade e uma referência para qualquer visitante.